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Depressão


Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), até 2020, a depressão será a segunda causa de morte mundial por doença, ficando apenas atrás das doenças cardíacas.

Estima-se que cerca de 16% da população mundial já sofreu de depressão ao menos uma vez na vida. Os estudos sobre a doença se iniciaram em 1920 e, já na época, foi reportado que as mulheres possuem o dobro de chances do que os homens de se tornarem depressivas.

A característica comum desse transtorno é a presença de humor triste, vazio ou irritável, acompanhado de alterações somáticas e cognitivas que afetam significativamente a capacidade de funcionamento do indivíduo.

Eventualmente todos sentem-se tristes ou melancólicos, porém isso geralmente passa em até alguns dias. Quando a pessoa tem um transtorno depressivo, este interfere nas atividades cotidianas, no funcionamento normal, e causa dor tanto para o paciente quanto para aqueles que se importam com ele. Depressão é uma doença séria, e a maioria que sofre dela precisa de tratamento para melhorar.

Dentro do modelo cognitivo de depressão, acredita-se que há uma tendência aumentada nos depressivos, em relação à população em geral, de aplicar um viés negativo no processamento de informação; além disso, uma vez feita uma interpretação exageradamente negativa, eles tendem ainda a resistir à desconfirmação de sua interpretação inicial ou ao reconhecimento de interpretações alternativas.No caso da depressão, o conteúdo das cognições dos depressivos refletiriam atribuições e avaliações pessimistas a respeito dos três vértices da tríade cognitiva: o depressivo avalia-se auto depreciativamente, como desprovido de qualidades e habilidades, percebe o mundo externo como hostil, injusto e rejeitador, e imagina que, no futuro, sua insatisfação com seu presente permanecerá ou poderá aumentar.

Os principais sintomas a serem investigados são: tristeza, desânimo, angústia, falta de vontade, choro com facilidade e anedonia, que é dificuldade ou impossibilidade de sentir prazer. Outros sintomas importantes são alteração no apetite, no peso e no sono, diminuição da libido, agitação ou retardo psicomotor.

Tipos de depressão

Há vários tipos de depressão. Os tipos mais comuns de transtornos depressivos são transtorno depressivo maior e distimia.

O transtorno depressivo maior é caracterizado pela combinação de sintomas que interferem com a capacidade da pessoa trabalhar, dormir, estudar, comer e aproveitar atividades que antes eram prazerosas. Transtorno depressivo maior é incapacitante e impede a pessoa de funcionar normalmente. Um episódio de transtorno depressivo maior pode ocorrer apenas uma vez na vida da pessoa, porém o mais frequente é que ele seja recorrente.

A distimia é caracterizada por sintomas de depressão de longo prazo (2 anos ou mais) porém menos intensos, os quais apesar de não serem incapacitantes podem impedir a pessoa de funcionar normalmente ou sentir-se bem. Pessoas com distimia podem também experimentar um ou mais episódios de depressão maior durante a vida.

Contato:16-9 91249738

Av. Dr. Carlos Botelho, 1158 - Centro, São Carlos - SP, 13560-251, Brasil

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